• Rafael Torres

Saudações, terráqueo. Não me leve ao seu lÍder.


Bem-vindos à Arara Neon, um lugar onde você encontra abobrinhas e contradições. Nós vamos falar majoritariamente sobre arte. Se tivermos que ser específicos: música clássica, cinema, estética, literatura etc. (De onde eu tirei que etc. especifica alguma coisa?).


No meu caso, Rafael Torres, também vou falar sobre os Argonautas, meu grupo de MPB, que vai indo. Vou contar como é tentar viver de uma música que já morreu e, na verdade, já está ressuscitando.


E tem também a parte criativa. Minhas músicas, contos, o que der na telha. Mas sempre respeitando o leitor, que vai ser tratado como um membro da família: os textos são escritos pra você, não pra mim.


Sinto que seria uma boa destinar meu tempo a disseminar a música clássica. Sabe quando você lê um livro maravilhoso e fica pensando: "eu tenho que contar pra todo mundo! Como é que eles não sabem disso?"? É a minha relação com música clássica. Eu devo passar mais da metade do meu dia escutando streaming, CDs e vinis. E, embora já anestesiado pelo hábito, ainda me arrepio com músicas que escutei mais de um bilhão de vezes. E quero explicar pras pessoas (as que querem saber disso) como apreciar essa arte.


Vou tentar não falar de política (mentira), a não ser para ressaltar ou realçar algum argumento.


Estética, impressões sobre eventos (crítica de arte é uma coisa muito pesada e muito vaidosa), divagações e o que mais couber nessas páginas. Esteja convidadíssimo!


Aqui assume o outro autor.


Bem-vindos à Arara Neon, um espaço de coisas sérias e contradições. Nós vamos falar (muito) sobre arte. No meu caso, Nílbio Thé, vou bater muitas vezes no mesmo prego e na mesma tecla, até a tecla e o prego não existirem mais. Vou falar sobre cinema, literatura, um pouco sobre música também e arte no sentido mais amplo que a coisa pode ter.


Provavelmente publicarei crônicas. Ou não. Quem sabe contos. Ou não, também. Quadrinhos, charges, eventualmente poemas que ando começando a escrever.


Como creio que a arte é um modo de oração e, se a gente ficar só no mundo físico sem viajar pro mundo das ideias de vez em quando, a gente explode, tentaremos (estou incluindo o outro autor nisso agora) disseminar o que achamos que vale a pena ser conhecido ou, no caso de coisas com fama excessiva, discutido.


Será impossível para mim não falar de política. Não estou dizendo que vou fazer vários escritos sobre política, porque eu não faço ideia nem do que eu vou fazer amanhã. Então não prometo nada.


Inclusive porque tenho uma pilha de desenhos, estudos e pinturas não terminados e talvez meia dúzia de roteiros não filmados de modo que realmente eu não prometo coisas. Mas eu penso em política todo dia, não nessa moribunda política partidária, mas na política como forma de pensar (e sobretudo resistir a) o mundo.


Críticas, resenhas, impressões sobre eventos e tragédias e catástrofes (sim, não estou esperançoso e já risquei a palavra utopia da minha vida), divagações e o que mais couber nessas páginas.


Entre e pegue uma água. A casa é sua.

Aqui assume quem tá lendo! 


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